Editorial

Editorial – Crise e ação

É vero que devido incompetência e irresponsabilidade governamentais o país entrou em rota de colisão com o desejado também na economia.

Impostos predatórios, burocracia impenitente, corrupção deslavada, projeto de poder em vez de projeto de país, Estado perdulário, enfim, todas as mazelas possíveis, já eram previsíveis desde anos anteriores.

Não havendo investimentos, o pibinho seguirá acentuadamente cafuringa e comércio, indústria, serviços e empregos pagarão as contas da baderna.

Todavia, é na hora de acontecimentos econômicos desastrosos que surgem as grandes oportunidades para quem é do ramo no que faz, conhece o próprio potencial e tem, além de coragem, visão de futuro.

O empresário apto que contém gastos e direciona investimentos; substitui os lucros desejados pelos possíveis; valoriza os benefícios de sua atividade e descarta o supérfluo; estabelece metas paulatinas realizáveis a curto, médio e longo prazo; certamente superará momentos adversos, ao contrário dos que se deixam levar pelo medo.

No sertão, diz-se que em épocas de carestia se uma galinha canta, todo mundo corre atrás do ovo. É o que ocorre com a publicidade: se o empresário não anuncia, ninguém procurará seus produtos.

Anunciando de forma coerente, persistente e apropriada, terá sua clientela cativa. Em épocas críticas, o investimento em propaganda é a alma do negócio. A crise passa, ele fica!

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