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Economista afirma que não há perspectiva econômica positiva para 2026

Segundo Mario Finamore, o ano de 2025 não ofereceu base nenhuma para que 2026 pudesse ter uma direção melhor no aspecto econômico

O ano de 2026 nem bem começou e as perspectivas econômicas para o Brasil, de acordo com Mario Finamore, economista formado pela PUC-SP, não são as melhores, e o especialista começou sua percepção pelo governo Federal, na qual aponta falta de competência para acreditar em um ano financeiro melhor.

Mario Finamore aponta problemas como desvio de verbas, não esclarecimento de escândalos e outros problemas que comprometem a economia brasileira em 2026

 

 

“Não temos e não tivemos nenhuma base do ano de 2025 para sermos um pouco otimistas para 2026. Não ocorreu nada, não aconteceu nada, no sentido de nos dar um norte melhor para 2026. Aliás, com esses escândalos que aconteceram no governo, tanto na parte da moral, como na parte da competência administrativa e diretiva, não temos a mínima condição de ter alguma perspectiva positiva”, percebe o economista.

 

Eleições

 

Finamore argumenta que o fato de estarmos em um ano eleitoral, e esse cenário pode mascarar a condição financeira do país, o que ele sugere que vai sair mais caro aos cofres federais.

“É um ano eleitoral, então é o momento da mentiras aparecerem, das medidas impossíveis, única e exclusivamente para agradar a população, além de a situação financeira do país ser caótica, não tenho a menor dúvida e, com isso, o governo vai precisar incrementar atitudes e as definições no país e isso vai custar mais dinheiro ainda”, acrescenta Mario.

Ainda sobre o pleito deste ano, Mario acredita ser difícil garantir qualquer previsão financeira, mas fato é que as indústrias não sentirão os efeitos de imediato.

“Uma questão difícil de dizer, porque se o governo tomar medidas populares, sem dúvida nenhuma vai favorecer a ele, mas essas medidas populares, dependendo da profundidade, não têm efeito imediato e o efeito imediato ocorre na indústria, na produção, e isso vai ocorrer depois”, sugere ele.

Mario coloca ainda nesse montante de incertezas os problemas de corrupção e desvio de dinheiro, que, segundo ele, não são esclarecidos da forma como deveriam.

“E tem outras coisas, que são incompreensíveis, por exemplo, a questão aí do rombo do INSS – Instituto Nacional de Seguro Social. Como dentro do próprio governo, dentro do judiciário, se abre mão de depoimentos importantíssimos, para tentar esclarecer isso, então acho que é uma situação que pode não fazer muita diferença e ter muita influência para a população”, lamenta o especialista.

Ceticismo

 

Para finalizar, Mario Finamore sente que o momento não é um dos melhores.

“Estão escondendo, é uma imoralidade, um roubo, um crime na cara de todo mundo e estão procurando esconder, evita a acareação, então eu estou pessimista por causa disso, por que as investigações não são levadas a cabo, a população não é esclarecida por fatos verdadeiros e sim por fatos demagógicos. Gostaria de estar mais otimista, mas não estou conseguindo”, avalia o economista.

 

CELSO M. RODRIGUES

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