Cidades

Moinho São Jorge, em Santo André, enfrenta problemas financeiros

 O Moinho São Jorge, tradicional empresa do ramo de panificação e produtos para preparação de food service e massas, de Santo André, passa por dificuldades em virtude de dívidas oriundas de diversos processos trabalhistas.
O REPÓRTER apurou que a empresa trabalha em ritmo lento, quase parando e, que tem entre 40 e 60 profissionais no seu quadro de funcionários, além de atuar com, apenas, 20% das atividades de sua força máxima.
Um leilão havia sido marcado para hoje, mas foi suspenso, porém, segundo informações coletadas pela equipe de reportagem deste periódico, o cenário na empresa é quase desértico, pois os trabalhadores não vão trabalhar todos os dias.
Ainda segundo fontes ouvidas pelo REPÓRTER, “a empresa acumula muitos processos trabalhistas e chegando à última instância, ela (Moinho São Jorge) vai ter que dar um jeito de pagar, senão pagar, vai ter que ir a leilão”.
A empresa que já forneceu alimentos, como queijos, doces e insumos para o segmento alimentício, hoje fornece, apenas, farinha e farelo de trigo.
O REPÓRTER procurou a empresa por telefone e via e-mail, mas até o fechamento desta edição não recebeu nenhum posicionamento.
 

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Walter Estevam

Casado, Publisher do Jornal ABC Repórter e da TV Grande ABC, Presidente da ACISCS, Ex-Presidente da ADJORI, Ex-Presidente da ABRARJ, Ex-Professor Faculdade de Belas Artes de São Paulo, Jornalista, Publicitário, Apresentador dos programas 30 Minutos e Viaje Mais.

2 Comentários

    1. Bom dia. Publicamos materia sobre o Moinho sendo que a informação principal é que a empresa foi comprada por uma empresa da Argentina

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