A corrida eleitoral de 2026 no ABC já começa a ganhar contornos de disputa acirrada e estratégica; além disso, lideranças locais se movimentam para garantir espaço tanto na ALESP – Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo quanto na Câmara Federal. Contudo, o cenário ainda é marcado por indefinições partidárias e possíveis mudanças de rota.

Santo André
Em Santo André, o número de postulantes pode ultrapassar a casa de dez nomes; ainda assim, duas deputadas estaduais despontam como certas na busca pela reeleição. Ana Carolina Serra – Cidadania surge como recordista de emendas destinadas à cidade, enquanto Ediane Maria – PSOL reafirma vínculo com o município.

Todavia, o cenário inclui figuras experientes como Bete Siraque – PT, ex-vereadora, que volta a ser mencionada nas articulações locais.
No mesmo município, outros nomes se articulam para o Legislativo paulista; porém, o vereador Rodolfo Donetti – Cidadania, bem como Bahia do Lava Rápido – PSDB, aguardam definições internas. André do VIVA – PRTB também avalia a disputa.
Além disso, Ana Veterinária – PSD avalia se disputa vaga estadual ou federal, enquanto Ailton Lima – Republicanos mantém conversas partidárias. Nesse sentido, o ex-prefeito Paulo Serra – PSDB, que deixou o cargo com aprovação histórica, pontua em pesquisas até mesmo para o Governo do Estado, embora também avalie Câmara Federal ou Senado. Soma-se ao grupo Fernando Marangoni – União Brasil, atual deputado federal e ex-secretário de Habitação de Santo André e do Governo do Estado, que busca a reeleição.


São Bernardo
Em São Bernardo, o volume de pré-candidaturas indica uma das disputas mais concorridas do Estado; a cidade reúne nomes de peso para a Câmara Federal.
Contudo, o ex-prefeito Orlando Morando – sem partido mantém boa avaliação, enquanto Alex Manente – Cidadania busca a reeleição e também cogita o Senado. Ainda na corrida federal, Frank Aguiar – PSD, ex-vice-prefeito de São Bernardo e ex-deputado federal, articula o retorno ao Congresso Nacional.
Do mesmo modo, Vicentinho – PT tenta novo mandato e Moisés Selerges – PT, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, surge como aposta petista de renovação.


Ainda em São Bernardo, o campo estadual apresenta ampla lista de postulantes; Carla Morando – PSDB, Luiz Fernando Teixeira – PT e Teonilio Barba – PT caminham para novas reeleições. Oseias de Madureira – PSD, pastor na cidade, também deve buscar a reeleição. Além disso, Julinho Fuzari – Cidadania, líder do governo Marcelo Lima na Câmara, é cotado para disputar vaga na Assembleia Legislativa.
Outros nomes também se movimentam no município sem definição de destino eleitoral; Fran Silva – Avante, atual secretário de Esportes, pode disputar uma vaga, assim como Ivan Silva – PRTB, secretário de Governo. Na mesma esteira, Luana Eloá – MDB, Pery Cartola – Cidadania, Ramiro Meves – PSB e Wilson Escudeiro – Cidadania também se posicionam.

Juntamente com esse grupo, Jessica Cormick – Avante, vice-prefeita de Marcelo Lima – Podemos, e Zana Lima – PMB, primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, permanecem indefinidas, mas não descartadas.


São Caetano
Em São Caetano, o tabuleiro eleitoral também se mostra movimentado; o ex-prefeito José Auricchio Júnior – PSD é cogitado para a Câmara Federal. Todavia, a médica Anny Giacon, a Dra. Anny – Cidadania surge como alternativa competitiva. Nesse sentido, para a ALESP, Thiago Auricchio – PL busca reeleição, enquanto Bruna Biondi – PSOL, vereadora mais votada da cidade, desponta como força jovem e de renovação.
Ainda em São Caetano, outros nomes compõem a lista estadual; Edison Parra – Podemos, Igor Cavelagna – PSB, Chico Bento – Podemos e Américo Scucuglia – PRD ampliam o leque de opções, além de Fábio Soares – Republicanos, vereador que pode disputar uma vaga na Assembleia Legislativa.

Diadema
Em Diadema, o cenário mistura fragmentação política e embates familiares; o vereador Josa Queiroz – PT aparece como principal aposta petista para a ALESP. Contudo, Marcos Michels – PL, secretário de Governo de Taka Yamauchi – MDB, entra em rota de colisão com o primo Lauro Michels – PSD, ex-prefeito da cidade. Apesar disso, o ex-vereador Robson Nascimento Santos, o Boy – PP também se projeta, enquanto Márcio da Farmácia – Podemos tenta retornar ao Legislativo estadual após já ter sido deputado.
Na disputa federal diademense, o leque inclui Atevaldo Leitão – PSD, ex-vereador, Reinaldo Meira – Solidariedade, que deve dobrar com Paulinho da Força, e Célio Boi – PSB, também ex-vereador; além disso, o PT ainda avalia um nome local para Brasília. Todavia, Renato Moreni – PSB ganha visibilidade pela atuação em cursinhos populares e pode surgir como alternativa estadual.


Mauá
Em Mauá, a tendência é de polarização entre grupos tradicionais e novas lideranças; Atila Jacomussi – União Brasil parte para a reeleição estadual com forte histórico político.
Contudo, Rômulo Fernandes – PT enfrenta resistência interna no partido, enquanto Fernanda Oliveira – PT, primeira-dama do prefeito Marcelo Oliveira, surge como alternativa para aglutinar apoio petista. Todavia, Mazinho – PL tem se destacado na oposição e Renan Pessoa – MDB ainda define qual cargo disputará. No mesmo cenário, Chiquinho do Zaíra – MDB também aparece entre os nomes ventilados.
Na esfera federal mauaense, dois vereadores aparecem como nomes centrais; Alessandro Martins – União Brasil e Leonardo Alves – PSDB carregam capital eleitoral recente. Porém, Rômulo Fernandes – PT pode migrar para a disputa federal caso o partido reorganize sua estratégia local.
Ribeirão Pires
Em Ribeirão Pires, o cenário começa a ganhar forma com a possível volta de uma liderança conhecida; o ex-prefeito Clóvis Volpi – PSD pode disputar uma vaga, movimentando o ambiente político local e reabrindo articulações partidárias na cidade.
MARCOS FIDELIS


