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Traçado da Linha 20-Rosa do Metrô não deve sofrer alterações, afirma companhia

Projeto básico avança e Governo do Estado já publica DUPs para viabilizar implantação do novo ramal

O traçado da futura Linha 20-Rosa do Metrô de São Paulo não deve sofrer alterações a partir deste momento, segundo informações repassadas pela própria companhia ao jornal O Estado de São Paulo, reforçando a estabilidade do planejamento do empreendimento.

De acordo com o Metrô, contudo, o alinhamento definido no anteprojeto de engenharia será mantido por atender aos critérios técnicos e ambientais estabelecidos, o que, nesse sentido, reduz a possibilidade de mudanças significativas ao longo do desenvolvimento do projeto.

Ainda assim, a implantação do novo ramal metroviário encontra-se atualmente na fase de elaboração do projeto básico, etapa considerada essencial para o detalhamento das soluções técnicas e cuja conclusão é esperada para o segundo semestre deste ano.

Do mesmo modo, essa fase antecede a licitação das obras e dos projetos executivos, que, por exemplo, serão responsáveis por especificar de forma detalhada a construção da linha, incluindo métodos construtivos e cronograma físico-financeiro.

Todavia, apesar do avanço técnico, a intenção da gestão do governador Tarcísio de Freitas é lançar a concessão da Linha 20-Rosa apenas em 2027, com previsão de início efetivo das obras em 2028, dentro do modelo de parceria com a iniciativa privada.

Nesse contexto, como parte do avanço do planejamento, o Governo do Estado de São Paulo já publicou as Declarações de Utilidade Pública (DUPs) dos terrenos necessários para a implantação da linha, sinalizando o amadurecimento do projeto.

Além disso, as áreas abrangidas pelas DUPs incluem espaços destinados à construção de estações, poços de ventilação, saídas de emergência e pátios de manutenção, estruturas fundamentais para a operação segura e eficiente do sistema metroviário.

Porém, a publicação das declarações representa apenas o primeiro passo para a desapropriação, uma vez que o processo ainda depende de negociações com os proprietários dos imóveis quanto aos valores das indenizações.

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