A grande do turismo brasileiro, a CVC Corp tem novo CEO, Fábio Mader assume a cadeira antes ocupada pelo seu ‘xará’, Fábio Martinelli Godinho e, assim, o atual ex-vice-presidente executivo de Produtos e Revenue Management, passa a ser o principal homem e o responsável por conduzir e definir a nova estratégia da corporação.

Nesse sentido, a companhia comunica que ‘com essas mudanças, a CVC Corp dá início a um novo ciclo estratégico de expansão, em um movimento que consolida a evolução da companhia após um bem-sucedido processo de reestruturação’.
Filho da casa
Filho da Casa, assim podemos definir Mader, já que teve passagens pela CVC Corp em três ocasiões, somando, portanto, 15 anos de trajetória na corporação, além disso, Fábio Mader construiu uma carreira sólida e admirável no turismo, com 20 anos de carreira, inclusive, com passagens pelos setores de hotelaria e aviação, ocupando cargos executivos, o que permite trazer em sua bagagem uma ampla rede de relacionamento em diversos ‘braços’ do setor e um difuso conhecimento nas mais variadas áreas do turismo.
Histórico
Em um breve histórico de suas passagens pela CVC Corp, Fábio Mader esteve à frente de áreas consideradas estratégicas, como Produtos, Revenue Management e operações internacionais, além de ter comandado os negócios na Argentina, no período da pandemia, contudo, nos últimos anos ocupou cargo responsável por agendas centrais da transformação da corporação, o que o alçou de forma natural ao cargo de presidente.
Embora tenha ampla experiência e know-how no setor, como foco principal, Fábio Mader estabelece cinco metas, mas que estão alinhadas com o histórico e trajetória da CVC Corp.
O primeiro é o foco no cliente, fortalecendo a jornada integrada de ponta a ponta, garantindo a consistência ao cliente final, em todos os canais de compra: lojas, site, aplicativo ou agências parceiras.
Apesar de o universo digital estar dominando o mercado, o segundo fator é fazer da tecnologia uma aliada e não uma dominante, com integração entre os canais físico e o digital, porém, com a assistência humana em constante atuação, uma característica única do setor.
Em terceiro lugar, a rentabilidade, dando atenção ao desempenho das lojas atuais, otimizando as operações e conferindo crescimento sustentável e lucrativo.
Atrelado aos fatores mensurados, ainda há a preocupação em agregar o desenvolvimento de pessoas e transformação cultural como um processo contínuo orientado à digitalização e à modernização dos processos, e para finalizar, manter a disciplina rigorosa na gestão do balanço, com redução progressiva do endividamento e maior rentabilidade dos produtos e operações.
CELSO M. RODRIGUES

