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Pery Cartola defende reforço na fiscalização da lei dos fogos em São Bernardo

Vereador afirma que norma de sua autoria precisa ser cumprida com rigor, especialmente em ano de Copa do Mundo

O vereador Pery Cartola – Cidadania, de São Bernardo, voltou a defender o fortalecimento das ações de fiscalização e conscientização relacionadas à lei que proíbe fogos de artifício com estampido no município. De autoria do parlamentar, a legislação tem como objetivo reduzir impactos negativos causados pelo barulho excessivo, sobretudo a grupos mais vulneráveis da população.

Contudo, segundo o vereador, apesar da existência da lei, o desrespeito ainda é recorrente na cidade. “A lei dos fogos de artifício aqui em São Bernardo é de nossa autoria. A gente sabe que teve pessoas que gostaram e outras que não gostaram. Houve quem respeitou, mas, infelizmente, tanto estabelecimentos quanto pessoas desrespeitaram a lei e acabaram incomodando muita gente”, afirmou Pery Cartola.

PREJUÍZOS

Ainda assim, o parlamentar ressaltou que os principais prejudicados pela soltura irregular de fogos são idosos, crianças, pessoas com transtorno do espectro autista e os animais. “Idosos, crianças, pessoas com transtorno do espectro autista e, principalmente, nossos animais de estimação foram prejudicados”, destacou, ao defender uma atuação mais integrada entre o Legislativo e o Executivo municipal.

Nesse sentido, Pery Cartola anunciou que pretende intensificar, a partir de 2026, o trabalho conjunto com a Prefeitura para ampliar tanto a fiscalização quanto as campanhas educativas. “Por isso, agora, em 2026, eu quero reforçar, junto com a Prefeitura, todas essas ações de fiscalização e conscientização”, explicou o vereador, ao apontar a prevenção como caminho essencial.

PERIGOS

Além disso, o vereador chamou atenção para os riscos à segurança pública provocados pelo uso irregular desses artefatos. Ele citou um grave acidente ocorrido no fim do ano passado, quando uma explosão atingiu um quarteirão inteiro da cidade. “Até hoje, não se sabe se foi por causa do armazenamento inadequado ou do uso irregular desses artefatos com pólvora”, lembrou.

Todavia, a preocupação aumenta ainda mais em 2026, ano de Copa do Mundo, período em que tradicionalmente cresce a procura por fogos de artifício. “Este é um ano de Copa do Mundo, e eu sei que o consumo desses produtos aumenta muito. A galera compra mesmo e sai soltando fogos por aí”, afirmou o parlamentar, ao alertar para a necessidade de ações preventivas.

MARCOS FIDELIS

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