Politica

Editorial – Regras do jogo

 Após a posse, não importa como e porque um governante chega ao poder. Idem, se está imbuído de boa ou má fé. O fator decisivo será sua competência no atendimento das necessidades vitais de seu povo. Sendo nisso bem sucedido, vira herói. Do contrário, será apenas mais um na interminável lista de lambões da História. 
É fato que as massas populares agem mais com as vísceras que com os miolos, mais com instintos primitivos que com raciocínios lógicos. Ódios e paixões raramente geram resultados construtivos e duradouros e, via de regra, conduzem a eventos trágicos, veja-se as guerras sanguinárias nas quais a Humanidade sempre se envolveu. 
Se a “arte” da política atender a fins cavernosos e difusos – tais como vaidade, ânsia de poder pelo poder e ganância, entre outros – os resultados serão desastrosos a curto ou longo prazo. Porém, mais destrutiva que a má fé é a incompetência. Não bastam boas intenções: é preciso honra, dignidade e sabedoria. 
Honra ao cumprir metas, dignidade ao reconhecer erros e sabedoria para agir com eficiência e transparência. Ao não seguir tais regras do jogo, o descrédito será sua marca indelével e, o preço de suas lambanças, muito alto. Poderá enganar algum tempo, não todo o tempo. 
Um fator que desqualifica o gestor é a inépcia ao impor taxas e tributos, aleatórios ou não, por métodos incipientes ou condenáveis. O fracasso será inevitável… 

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Walter Estevam

Casado, Publisher do Jornal ABC Repórter e da TV Grande ABC, Presidente da ACISCS, Ex-Presidente da ADJORI, Ex-Presidente da ABRARJ, Ex-Professor Faculdade de Belas Artes de São Paulo, Jornalista, Publicitário, Apresentador dos programas 30 Minutos e Viaje Mais.

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